Olá...
Nesse final de semana, aprendemos sobre o justo valor dos bens materiais. Assim deixo uma história no blog.
Era uma vez um avarento que queria ganhar mais dinheiro, sempre mais dinheiro. Uma noite, enquanto contava e recontava seus níqueis e notas, aparece-lhe um gênio e diz: “teus desejos serão realizados. Terás cinco mil dólares todos os dias. Mas com uma condição...”.
O homem, meio apatetado com tal notícia, nem perguntou qual seria a condição: gastar tudo até o fim do dia. Se, ao dar meia noite, tiver sobrado algum centavo, morrerás.
A princípio tudo correu bem. Comprava móveis, roupas, carros, aparelhos eletrônicos, terras, novidades que apareciam. Os milhões se esgotavam logo. Com o correr do tempo, entretanto, a tarefa foi se tornando difícil. Se jogava na loteria, a sorte irônica o protegia. Suas propriedades alugadas rendiam somas fabulosas, Os depósitos de banco se multiplicavam. Não havia mais nada nas lojas que ele já não tivesse comprado.
Chegou o dia em que o pobre rico não conseguiu desfazer-se da bolada recebida de manhã. O gênio, gargalhando sarcasticamente, apareceu e lavrou a sentença de morte. O homem se escusou, se explicou e se enrolou:
- Mas eu recorri a todos os meios para gastar esse maldito dinheiro... – Só te faltou aplicar em um meio. O melhor de todos. Faltou empregar essa fortuna em favor dos pobres e dos oprimidos. Se assim tivesses feito, esse dinheiro teria sido insuficiente...
Enfim, meditemos nessa reflexão de um autor desconhecido:
Com dinheiro, pode-se comprar uma casa, mas não um lar
Com dinheiro, pode-se comprar uma cama, mas não o sono
Com dinheiro, pode-se comprar um relógio, mas não o tempo
Com dinheiro, pode-se comprar um livro, mas não o conhecimento
Com dinheiro, pode-se comprar comida, mas não o apetite
Com dinheiro, pode-se comprar posição, mas não respeito
Com dinheiro, pode-se comprar sangue, mas não a vida.
Um abraço
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